mai 27, 2021
mai 27, 2021

Copa América 2021: prévia do Grupo B

Previsões para o Grupo B da Copa América 2021

Prévias para Brasil, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela

Que seleção será a vencedora do Grupo B da Copa América 2021?

Estatísticas do Grupo B da Copa América 2021

Copa América 2021: prévia do Grupo B
O Grupo B da Copa América 2021 será definitivamente intrigante. Apelidado de Zona Norte, o grupo é composto pelo atual campeão, Brasil, além de Colômbia, Equador, Peru e Venezuela. Quem são os favoritos para avançar para a próxima fase e o que esperar de cada equipe? Continue lendo para fazer uma previsão bem informada para as suas apostas no Grupo B da Copa América 2021.

Copa América 2021: previsões para o Grupo B

Equipe

Pontos projetados da Pinnacle

Brasil

9,5

Colômbia

6,5

Peru

4,5

Equador

3,5

Venezuela

3,5

Aposte: probabilidades para o Grupo B da Copa América

Copa América 2021: programação do Grupo B

13 de junho: Brasil x Venezuela, Colômbia x Equador

17 de junho: Colômbia x Venezuela, Peru x Brasil

20 de junho: Colômbia x Peru, Venezuela x Equador

23 de junho: Colômbia x Brasil, Equador x Peru

27 de junho: Equador x Brasil, Venezuela x Peru

Brasil

Técnico: Adenor Leonardo Bacchi (Tite)

Principal jogar: Neymar

Classificação mundial da FIFA (maio de 2021):

Desempenho recente: Copa do Mundo 2018 – Quartas de final, Copa América 2019 – Campeão

Probabilidades para vencer o Grupo B: 1,625*

Probabilidades para vencer a Copa América 2021: 3,000*

Sistema tático

O Brasil geralmente se organiza em um sistema 4-3-3, com Casemiro liderando a defesa e os zagueiros pressionando, no clássico estilo brasileiro. Esse sistema pode mudar para um 4-2-3-1 se Tite decidir avançar algum dos meio-campistas centrais.

Neymar costuma operar na esquerda do campo, mas tem a liberdade penetrar para roubar a bola e trabalhar as aberturas. A dupla central defensiva será composta por Thiago Silva e Marquinhos, dois jogadores talentosos e que se conhecem muito bem.

O Brasil chega para o torneio contando com incríveis quantidade e profundidade de meia-atacantes, cortesia das jovens superestrelas que despontam a cada poucos meses em campeonatos nacionais.

Uma posição que a seleção ainda não estabeleceu muito bem é a de centroavante. Idealmente, o técnico Tite gostaria de manter um ponto focal físico para apoiar o avanço de seus atacantes de suporte. Ele experimentou diversos nomes, incluindo Richarlison, Roberto Firmino e Gabriel Jesus, mas nenhum correspondeu às suas expectativas. O desempenho impressionante de Gabriel Barbosa em torneios serão uma ótima recordação para o jogador e ele seja excelente tanto na movimentação quanto na finalização, sua contribuição geral pode não ser suficiente para Tite.

Frequentemente, o Brasil tem lutado para superar adversários com defesas organizadas e compactas, mas o retorno de Neymar deve ajudar a equipe a trabalhar as aberturas. O elenco de jogadores incrivelmente forte e Tite terá vários jogadores capazes de decidir partidas para convocar em cada posição.

Principais jogadores

Neymar certamente será o jogador de destaque do Brasil e servirá como peça-chave da estratégia de Tite. Atualmente, Marquinhos também é considerado um dos melhores zagueiros centrais do futebol mundial. A cobertura do persistente e veloz líder defensivo do PSG será vital para a equipe quando os zagueiros avançarem. Essa muralha sólida será complementada pelo sempre confiável e enérgico Casemiro, trabalhando duro na frente.

Escalação

A maior decisão para Tite será como aproveitar melhor seus três atacantes. Ainda não está claro quem ele vê como o melhor nome para desempenhar papel de atacante central. Recentemente, essa posição tem sido ocupada por Firmino, mas o jogador não entregou seu melhor desempenho no Liverpool. O técnico brasileiro também deverá decidir se a seleção entrará em campo com dois meio-campistas e um craque mais avançado ou um três central com uma ou duas opções de box-a-box que têm a liberdade de atacar quando a oportunidade surgir.

Quais as expectativas da seleção?

Com razão, o Brasil chega para o torneio considerado a melhor equipe nacional da América Latina. Os torcedores definitivamente confiarão nos homens de Tite para defender o título da Copa América com sucesso.

Colômbia

Técnico: Reinaldo Rueda

Principal jogador: James Rodriguez

Classificação mundial da FIFA (maio de 2021): 15º

Desempenho recente: Copa do Mundo 2018 – Oitavas de final, Copa América 2019 – Quartas de final

Probabilidades para vencer o Grupo B: 3,500*

Probabilidades para vencer a Copa América 2021: 7,000*

Sistema tático

Jose Pekerman, ex-técnico da Colômbia, sempre se concentrou no jogo lateral e nos reforços de zagueiros. A Colômbia tradicionalmente joga com dois meio-campistas e avança os zagueiros, a fim de estender as jogadas enquanto posiciona um dos dois atacantes ou James Rodriguez recuado atrás de um pivô atacante no ataque. Na seleção nacional, Radamel Falcao sempre foi mais eficaz jogando com um parceiro de ataque para manter os defensores adversários ocupados enquanto encontra espaço e concentra seu trabalho na grande área.

Sob o comando de Carlos Queiroz, a Colômbia fez algumas mudanças táticas significativas na última Copa América. A equipe mudou para um sistema 4-3-3 muito mais agressivo e altamente enérgico. Para equilibrar o processo, Queiroz costumava optar por uma zaga mais conservadora e defensivamente eficaz, com nomes como Stefan Medina e William Tesillo, que desempenham confortavelmente o papel de defensores centrais. Cuadrado foi destacado como um dos três meio-campistas colombianos, mas se juntou à função ofensiva, frequentemente atuando avançado na direita.

Duvan Zapata é, sem dúvida, o jogador-chave do ataque colombiano, mas Falcao ostenta história e prestígio.

Queiroz exigia muito trabalho e disciplina tática dos atacantes da equipe, tornando o sistema um tanto limitado para os jogadores mais criativos, inventivos e expressivos da Colômbia. Quando os resultados do time se tornaram cada vez mais desanimadores, os maiores nomes do elenco se tornaram visivelmente desiludidos com o projeto.

Atualmente à frente da seleção, o técnico Reinaldo Rueda é muito popular na Colômbia. Ele é querido e respeitado por dirigentes adversários, a imprensa e os jogadores. Ele comandou a equipe vencedora da Copa Libertadores 2016 implementando um estilo de jogo atraente, que contou com uma série de jogadores importantes, como Mateus Uribe e Davinson Sanchez. Ele também demonstrou grande dignidade e compaixão em um momento difícil após o trágico desastre aéreo da Chapecoense em Medellín.

É provável que Rueda continue apostando no 4-2-3-1 que vem utilizando com sucesso e com o qual os jogadores colombianos já estão familiarizados. O sistema serve perfeitamente ao estilo do camisa 10, James, abrindo a possibilidade para que zagueiros ofensivos possam colocar pressão, usando Duvan Zapata como o pivô estratégico e permitindo que os atacantes letais da equipe permaneçam avançados.

Imagino que o esquema tático da Colômbia retornará ao estilo de jogo tão bem-sucedido durante a gestão de Pekerman, mas com uma pressão menos agressiva e maior foco em passes certeiros para estender jogadas e isolar os zagueiros adversários em situações de dois contra um.

Principais jogadores

Acredito na probabilidade de que Rueda procurará replicar a abordagem tática e a unidade que Pekerman implementou no comando da seleção, um período que trouxe o maior sucesso da história do futebol colombiano. Esta será uma ótima notícia para James, que continuará uma peça fundamental para a estratégia da Colômbia em campo. O craque deve ter mais liberdade para jogar sob a proteção de dois jogadores na sua retaguarda e as muitas opções para os passes diagonais que o tornaram um destaque no Everton nesta temporada.

Cuadrado combina melhor com a abordagem dinâmica implementada por Queiroz, mas provavelmente retornará à lateral direita, seja como ala ou zagueiro ofensivo, mesmo papel que desempenha na Juventus.

Duvan Zapata está muito mais confortável jogando como atacante central do que Falcao, o que indica que ele seria uma escolha ideal, além de fundamental, para o sistema, atuando como atacante solitário. Luis Muriel trabalha muito bem com Zapata, mas talvez seja escalado como ala esquerdo, posição que ocupou com mais frequência pela Colômbia.

Wilmar Barrios não é um dos grandes nomes da seleção, mas é um excelente meio-campista, servindo como uma peça essencial para a estratégia colombiana. Barrios se movimenta rapidamente pelo campo, lê bem o jogo e, o que é mais importante, é muito eficaz em receber e mover a bola sob pressão.

Escalação

Rueda ainda tem algumas decisões importantes para tomar. Para começar, o que ele espera de seus zagueiros? Sua intenção é que jogadores como Frank Fabra e Santiago Arias avancem e retrocedam no campo durante toda a partida, impondo uma ameaça ofensiva com seu ritmo ou preferirá zagueiros mais controlados e voltados para o coletivo, dispostos a manter e defender suas posições, como Stefan Medina?

No meio-campo, a grande dúvida é quem ficará ao lado de Wilmar Barrios à frente da defesa. Barrios é um âncora excelente e será interessante observar quem Rueda escolherá para se juntar a ele no meio-campo.

Opções não faltam. Jefferson Lerma poderia complementar o jogo de Barrios, desempenhando um papel defensivo semelhante. Por sua vez, Jorman Campuzano é consistente nos passes, trabalhando duro e jogando de maneira inteligente e consistente. Mateus Uribe pode fazer a diferença como um meio-campista misto técnico. Victor Cantillo é um passador exímio e criativo, capaz de impor um ótimo controle da posse de bola, enquanto Cuadrado pode injetar dinamismo à função.

Finalmente, o que acontecerá com Falcao? Acredito que Duvan Zapata seja, sem dúvida, o jogador-chave do ataque colombiano, mas Falcao ostenta história e prestígio. Rueda precisará manter Falcao a bordo e garantir que ele esteja feliz em representar uma ameaça a partir do banco. Como Falcao é um atacante experiente e um profissional modelo, não prevejo problemas, mas esta seria uma grande aposta para o novo treinador.

Quais as expectativas da seleção?

Em teoria, a Colômbia está agora entre as duas ou três melhores seleções sul-americanas. As expectativas dos torcedores aumentaram enormemente desde a atuação impressionante do time na Copa América 2016, mas ainda fica a sensação de que os jogadores não conseguem lidar adequadamente com a pressão durante grandes confrontos.

Tudo indica que a Colômbia pode vencer a Copa América e conta com qualidade para isso, embora permaneçam dúvidas sobre sua incerteza tática, gestão de jogo e capacidade de lidar com a pressão.

Equador

Técnico: Gustavo Alfaro

Principal jogador: Moises Caicedo

Classificação mundial da FIFA (maio de 2021): 53º

Desempenho recente: Copa do Mundo 2018 – Não se qualificou, Copa América 2019 – Fase de grupos

Probabilidades para vencer o Grupo B: 13,000*

Probabilidades para vencer a Copa América 2021: 51,000*

Sistema tático

Depois que os esforços equatorianos para mudar a direção da equipe com novas ideias inspiradas no futebol europeu foram infrutíferas, o técnico Gustavo Alfaro parecia uma opção bastante segura. Seus resultados subsequentes mostraram que o foco na organização e na construção de uma base mais sólida não comprometeu de forma alguma seu potencial de ataque. A energia que o Equador imprime ao impor pressão e a velocidade com que consegue transicionar é assustadora, e a tentativa de Alfaro para melhorar as equipes defensivamente deve tornar os equatorianos ainda mais fortes, no devido tempo.

Os zagueiros avançados do Equador serão fundamentais, enquanto Robert Arboleda, jogador do São Paulo, agirá como uma rocha no coração da defesa.

O Equador normalmente utiliza um sistema 4-2-3-1 bastante veloz, e Michael Estrada age como um pivô dinâmico e enérgico para um ataque tremendamente fluido. Os zagueiros avançam com Angelo Preciado, do Genk, se movendo pela direita e Pervis Estupinan, do Villarreal, cobrindo a esquerda do campo. O ritmo e a energia dos zagueiros fazem com que o Equador costume buscar atacantes invertidos criadores de jogadas para servir como suporte a Estrada.

É uma linha ataque muito dinâmica e fluida, enquanto Moises Caicedo, recentemente contratado pelo Brighton, tem sido impressionante à frente da defesa. O Equador não tem grandes nomes à disposição, assim como seus rivais, mas possui uma combinação de jogadores experientes desvalorizados e jovens talentos, bem como um poderoso espírito coletivo que os torna muito eficazes.

Principais jogadores

Moises Caicedo se destacou como uma revelação do futebol equatoriano desde que se estabeleceu como titular do Independiente del Valle no início do ano passado. Ele venceu a Copa Libertadores Sub-20 e, ao mesmo tempo, se tornou um jogador-chave no torneio principal. Ele foi convocado para jogar com a camisa do Equador meses depois, e atualmente joga pelo Brighton, da Inglaterra. A seleção espera que a falta de experiência do time titular não impeça seu desenvolvimento e que a exposição da equipe a um futebol de alto nível seja benéfico.

Os zagueiros avançados do Equador também serão fundamentais, enquanto Robert Arboleda, jogador do São Paulo, agirá como uma rocha no coração da defesa.

Gonzalo Plata é outro nome que deve se provar cada vez mais importante para o Equador, causando um grande impacto como reserva na vitória por 6 a 1 sobre a Colômbia em novembro. Uma das estrelas da bem-sucedida equipe Sub-20, Plata agora adquire experiência jogando como ponta-direita para o gigante português Sporting de Lisboa. Seus dribles vorazes certamente serão o pesadelo de defensores exauridos.

Decisões para o técnico

Alfaro está imprimindo um futebol realmente ofensivo, o que é um tanto inesperado. Apenas o tempo dirá se ele tentará jogar mais fechado em algum momento ou se continuará a encorajar o Equador a jogar na frente, pressionando no campo adversário e explorando transições.

O Equador chegou a jogar com três meio-campistas criativos suportando um atacante central, com os zagueiros abrindo espaço. Com o poder de Plata forçando o jogo, será interessante descobrir se o plano continuará o mesmo ou o técnico decidirá incorporar mais um ala veloz e convencional à equipe.

Alfaro tem opções, mas com um início tão impressionante, estou certo de que sua mensagem principal para seus jogadores será aperfeiçoar o jogo atual.

Quais as expectativas da seleção?

Os torcedores equatorianos sabem que muitos jovens talentos estão se destacando e isso trouxe muito otimismo. Havia uma sensação de que a série qualificatória para a Copa do Mundo poderia servir como uma transição à medida que os jovens jogadores entrassem para a equipe. Um início fortemente encorajador foi uma surpresa bem-vinda para muitos, e as expectativas estão crescendo rapidamente.

Acredito que as atuações surpreendentemente dominantes do Equador são uma surpresa bem-vinda e a positividade deve servir como combustível para a equipe à medida que se aproxima da Copa América. Espera-se que eles consigam ao menos passar da fase de grupos, mas, com uma equipe capaz de vencer qualquer outra – se estiver em um bom dia –, não há como prever quão longe os equatorianos realmente podem chegar.

Peru

Técnico: Ricardo Gareca

Principal jogador: Paolo Guerrero

Classificação mundial da FIFA (maio de 2021): 27º

Desempenho recente: Copa do Mundo 2018 – Fase de grupos, Copa América 2019 – Vice-campeão

Probabilidades para vencer o Grupo B: 10,500*

Probabilidades para vencer a Copa América 2021: 26,000*

Sistema tático

O argentino Ricardo Gareca está no comando do Peru desde 2015 e seu sistema se manteve praticamente inalterado, assim como os principais jogadores, que continuam a desempenhar um papel importante na equipe. O Peru entrará em campo com um sistema 4-2-3-1 com zagueiros e alas avançados, entregando um serviço completo.

Paolo Guerrero é um excelente atacante, perigoso na área e excelente na conversão de uma gama de chances e meias chances, combinando tudo isso com um ótimo jogo de passes, no geral. Aos 37 anos, Guerrero continua totalmente indispensável para a equipe.

Raul Ruidiaz é um finalizador decente, mas não entrega a mesma contribuição geral, enquanto Gianluca Lapadula é dinâmico, mas tem lutado por gols e não tem a mesma presença física. Por sua vez, Alex Valera, aos 25 anos, nunca jogou no exterior e passou quase toda sua carreira dentro do circuito doméstico de futebol. Esta é uma grande preocupação para o Peru.

Paolo Guerrero é insubstituível e sua contribuição geral, combinada com finalizações de primeira classe, será fundamental para o sucesso da seleção.

No meio-campo defensivo os peruanos contam com uma linha forte, com Renato Tapia, do Celta de Vigo, sendo apoiado por Pedro Aquino ou Yoshimar Yotun, ambos nomes de destaque no Campeonato mexicano de futebol. O jovem Martin Tavara pode ser uma opção interessante e criativa, com um potencial respeitável.

Aos 29 anos, o talentoso craque Christian Cueva ainda exerce um papel importante na seleção, apesar de não estar jogando à altura de seu potencial substancial. Desde a última Copa do Mundo, ele fez passagens pela Rússia, Brasil e China, e agora joga na Arábia Saudita. Mesmo que esteja marcando e criando uma série de oportunidades em ligas locais, existem dúvidas compreensíveis sobre ele estar jogando no nível certo para se preparar para enfrentar jogos difíceis com a camisa da seleção nacional.

O mesmo se aplica a André Carrillo, o lateral veloz que marcou os dois gols que renderam um ponto ao Peru na primeira partida das eliminatórias para a Copa do Mundo contra o Paraguai. O jogador de 29 anos está se saindo consistentemente bem, mas ainda restam dúvidas sobre por que os principais jogadores peruanos não são contratados por clubes maiores durante os anos de ouro de suas carreiras.

A defesa peruana é uma muralha sólida e organizada, abençoada com talento individual de elite. Em geral, os zagueiros procuram pressionar, avançar e recuar, com dois meio-campistas oferecendo proteção. Às vezes, Gallese é um pouco inconsistente, mas o goleiro do Orlando City tem reações rápidas e costuma ser bastante impressionante em campo.

Principais jogadores

Paolo Guerrero é insubstituível e sua contribuição geral, combinada com finalizações de primeira classe, será fundamental para o sucesso da seleção. Renato Tapia impõe o ritmo no meio-campo, ao mesmo tempo em que faz uma importante cobertura defensiva com muita energia e inteligência. Luis Abram é um talento sólido, profissional e consistente atuante no Vélez e na seleção peruana que poderia potencialmente conquistar um lugar em algum clube em ligas europeias.

Escalação

O sucesso do Peru provavelmente será construído em torno da unidade e consistência da equipe em um momento em que muitos de seus rivais sul-americanos contam com novos jogadores, novos treinadores e novos sistemas para preocupar seus adversários. Para que o Peru tenha sucesso na Copa América, Gareca espera que nenhuma nova decisão seja necessária.

O técnico pode optar por escalar três meio-campistas conservadores nos jogos mais difíceis, quando achar necessária alguma cautela extra, embora o Peru geralmente mantenha dois jogadores na linha defensiva, mantendo Cueva livre para avançar.

Quais as expectativas da seleção?

Os torcedores peruanos esperam outro torneio brilhante de seu atacante Guerrero. Chegar à final da última Copa América foi uma conquista impressionante, mas há indícios de que seus principais jogadores estejam além do ápice de suas carreiras. O Peru espera que os resultados positivos dos últimos anos se mantenham por pelo menos mais um torneio. Uma corrida até a fase de mata-mata é possível, mas talvez dependa mais das falhas dos rivais do que do desempenho da própria equipe.

Venezuela

Técnico: Jose Peseiro

Principal jogador: Yeferson Soteldo

Classificação mundial da FIFA (maio de 2021): 30º

Desempenho recente: Copa do Mundo de 2018 – Não se qualificou, Copa América 2019 – Quartas de final

Probabilidades para vencer o Grupo B: 21,000*

Probabilidades para vencer a Copa América 2021: 34,000*

Sistema tático

Durante anos, a Venezuela entrava em campo com o objetivo de evitar gol nas competições da CONMEBOL. Apesar de tradicionalmente escolher treinadores estrangeiros, a equipe nomeou Richard Paez durante a campanha de qualificação para a Copa do Mundo 2002, gerando melhores desempenhos e nova confiança que continuaram na gestão de Cesar Farias.

O ex-goleiro da seleção venezuelana, Rafael Dudamel, também supervisionou um processo aprimorado de desenvolvimento dos jovens na configuração e integração da Colômbia como seleção nacional. Ele trabalhou com a talentosa equipe sub-20 do país e incorporou muitas de suas estrelas ao elenco principal durante sua gestão.

Embora tenha havido uma melhora dramática nos resultados e a competitividade tenha sido consistente em campo, na Copa América de 2019 a seleção ainda era vista como um azarão.

É sempre um prazer assistir o baixinho Soteldo invadindo a grande área para encontrar aberturas e demolir defensores.

No torneio, o atlético goleiro Wuilker Farinez costumava ser o herói no gol e a equipe entrava em campo armada com uma defesa compacta e imponente. Yeferson Soteldo, craque monstruoso e estrela da Copa Libertadores do ano passado, muitas vezes se viu isolado, e as laterais trabalhavam com base na reação.

Com confiança renovada, a Venezuela está começando a se afirmar e construir em torno de alguns de seus grandes talentos ofensivos. Salomon Rondon deve continuar a ser uma peça-chave, atuando como ponto focal e pivô para o jogo de ataque, enquanto Yeferson Soteldo e Jefferson Savarino oferecem excelentes opções de apoio. Yangel Herrera e Cristian Casseres Jr podem dar energia no meio-campo, acompanhados pelo experiente Tomas Rincon.

A Venezuela nunca teve tanta qualidade e profundidade, mas a questão é se eles terão a coragem de colocar isso no centro de sua abordagem tática ou serão intimidados pela inferioridade histórica e se limitarão a evitar a derrota.

Principais jogadores

É sempre um prazer assistir o baixinho Soteldo invadindo a grande área para encontrar aberturas e demolir defensores. Savarino entregou um desempenho excelente para o Atlético Mineiro na Copa Libertadores e certamente mereceu uma vaga na Copa América.

A dupla dinâmica e criativa deve operar dos dois lados do experiente e incrivelmente eficaz Rondon. Apesar de ser muitas vezes subestimado Rondon sempre atua como é um jogador-chave para a Venezuela, mantendo a posse da bola e criando condições de jogo para os outros.

Wuilker Farinez sempre fez a diferença com a camisa venezuelana, mas sua falta de participações pelo RC Lens pode ter causado algum impacto. Na sua melhor forma, esse goleiro ágil é praticamente imbatível, como Lionel Messi descobriu ao jogar contra ele em 2018.

Escalação

O técnico português José Poseiro precisa decidir se sua equipe deverá se concentrar nos seus pontos fortes ou se preocupar com seus pontos fracos. Apesar de não ter opções de destaque ou em clubes europeus na retaguarda, a organização e disciplina defensiva da Venezuela obtiveram alguns resultados impressionantes nos últimos anos.

Apesar disso, a abordagem conservadora às vezes limitou os principais talentos venezuelanos, mas agora está claro que o time possui a qualidade necessária para assustar seus adversários. Se Soteldo começar no banco novamente, teremos a resposta quanto às intenções de Poseiro. Espero que a Copa América dê à Venezuela confiança para se arriscar, jogar um futebol de ataque e valorizar seus jovens talentos.

Quais as expectativas da seleção?

A Venezuela sonha com uma vaga na Copa do Mundo, e a Copa América deve ser uma oportunidade para a equipe ganhar um pouco de confiança. As expectativas são realistas, mas os fãs vão querer que Poseiro dê continuidade ao progresso realizado enquanto estabelece uma identidade clara e fornece uma plataforma sólida para que seus astros se expressem.

Leia nossas prévias para o Grupo A e as previsões para a Copa América 2021 antes do início da fase de grupos com informações sobre as equipes, estatísticas e análises, além dos insights das probabilidades da Pinnacle.

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Probabilidades sujeitas a alteração

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