abr 15, 2021
abr 15, 2021

Festival Eurovision da Canção 2021: prévia de apostas

Quem são os favoritos para vencer o Eurovision 2021?

Como o Eurovision 2021 vai funcionar?

Apostas no Eurovision: coisas a serem consideradas

Festival Eurovision da Canção 2021: prévia de apostas

Depois de ter sido cancelado no ano passado o Festival Eurovision da Canção retorna em 2021 na Holanda. Como um evento que costuma ser popular entre os apostadores, aqui está tudo o que você precisa saber antes do concurso deste ano, incluindo os favoritos para ficar de olho e o que ter em mente para as apostas no Eurovision.

Datas: 18 de maio (1ª semifinal), 20 de maio (2ª semifinal) e 22 de maio de 2021 (final)

Local: Rotterdam Ahoy, Holanda

O que é o Festival Eurovision da Canção?

O Festival Eurovision da Canção é uma competição musical anual organizada pela European Broadcasting Union (EBU) e disputada por países europeus e a Austrália (desde 2015). Os países participantes devem enviar uma canção escrita especificamente para o concurso e com, no máximo, três minutos de duração, para terem esperanças de serem coroados como o prêmio de melhor canção do ano.

O Eurovision é composto por duas semifinais, tradicionalmente realizadas na terça e quinta-feira durante a semana da competição, e uma final que acontece no sábado à noite.

Na final, todos os países participantes (incluindo aqueles que não conseguiram se classificar nas semifinais) enviam dois conjuntos de pontos: um decidido por um júri profissional e outro que contabiliza os votos dos espectadores que assistem em casa. Ambos os conjuntos atribuem 12 pontos à música favorita, 10 à segunda música favorita e de oito a um da terceira à décima música, respectivamente.

Os resultados finais são anunciados com um porta-voz de cada país listando os pontos do júri, antes que os pontos dos expectadores sejam conferidos e revelados no final para determinar o vencedor geral.

Como o Eurovision 2021 vai funcionar?

Tradicionalmente, o país vencedor do Eurovision receberá o festival no ano seguinte. O festival de 2020 foi cancelado como resultado da pandemia de covid-19, o que significa que a Holanda será o palco deste ano, depois que Duncan Laurence venceu em 2019 com a faixa Arcade. A EBU afirmou que, embora os países pudessem inscrever o mesmo artista do último ano, eles não poderiam inscrever a mesma música.

Os efeitos da covid-19 ainda afetam o festival deste ano. A EBU declarou que o Eurovision acontecerá no "Cenário B", o que significa que a arena Rotterdam Ahoy será preenchida com não mais que 80% do total de espectadores possíveis e os artistas participantes poderão se apresentar virtualmente, caso desejem ou seja necessário.

39 países participaram do Eurovision 2021, dos quais 33 competirão nas duas semifinais, ambas oferecendo 10 vagas na final. Os outros seis países – a Holanda, país anfitrião, e os "Cinco Maiores" (França, Alemanha, Itália, Espanha e Reino Unido) – recebem vagas finais automáticas para um total de 26 finalistas em 22 de maio.

Eurovision 2021: quem são os favoritos?

País

Canção

Probabilidades

Malta

Destiny – Je me casse

5,200*

França

Barbara Pravi – Voilà

5,220*

Suíça

Gjon's Tears – Tout l'Univers

5,540*

Itália

Maneskin – Zitti e buoni

7,590*

Bulgária

Victoria – Growing Up Is Getting Old

10,530*

Islândia

Daði og Gagnamagnið – 10 Years

11,530*

Suécia

Tusse – Voices

11–690*

Noruega

Tix – Fallen Angel

12,750*

No momento, o mercado de apostas segue liderado por três concorrentes cujas probabilidades estão extremamente acirradas. A representante de Malta (5,200*) é Je me casse, influenciada pelo swing da jovem Destiny, de 18 anos, que já experimentou algum sucesso no Eurovision ao vencer o Eurovision Junior em 2015 e será reconhecida pelos britânicos depois de aparecer no Britain's Got Talent em 2017.

A Bulgária era a favorita para vencer a competição do ano passado, antes do cancelamento.

O estilo vocal dela foi comparado a “a soma entre Lizzo e Christina Aguilera”, enquanto a canção em si é descrita como “um tributo cativante e otimista ao empoderamento feminino, sem reservas”.

Depois de compor a canção que venceu o Eurovision Junior no ano passado, Barbara Pravi subiu ao palco, desta vez para a França (5,220*), com Voilà. A canção venceu o concurso de seleção nacional de forma enfática e, da mesma maneira, essa melodia “orgulhosamente francesa” documenta as lutas de uma jovem que tenta encontrar seu lugar na sociedade.

Gjon’s Tears representa a Suíça (5,540*) com a dramática Tout l'Univers, uma canção sobre um tema potencialmente recorrente entre as inscrições deste ano, na tentativa de espalhar o amor em tempos difíceis. O jovem de 22 anos já é conhecido em outros lugares da Europa, tendo anteriormente liderado as paradas na Albânia com Babi, single lançado em 2018.

Eles são seguidos de perto pela banda de rock Maneskin e a canção Zitti e buoni representando a Itália (7,590*). O sucesso do grupo no país começou com a apresentação deles no programa X Factor em 2017 e, desde então, eles lançaram dois álbuns que alcançaram o topo das paradas, além de seis singles que ficaram entre os 10 mais ouvidos. A faixa única e vibrante conta com um rap do vocalista Damiano David e é talvez a participação com o tema rock mais favorecida no concurso desde que Hard Rock Hallelujah, da Lordi, venceu para a Finlândia em 2006.

Outras inscrições que podem surpreender incluem a Bulgária (10,530*) com Growing Up Is Getting Old, da cantora Victoria. Antes do cancelamento, Victoria era a favorita absoluta para vencer o concurso no ano passado e, embora tenha tido que mudar sua música, a apresentação pop sonhadora foi elogiada por causa de seu poderoso tema que fala de problemas de saúde mental entre os jovens.

Apostas no Eurovision 2021: coisas a serem consideradas

Devido a uma combinação das regras de votação, mudança anual dos artistas e um suposto favoritismo politicamente motivado, citado como capaz de influenciar os resultados, os apostadores muitas vezes precisam ignorar várias métricas habitualmente consideradas nas apostas esportivas ao fazer suas previsões para o Eurovision.

Resultados recentes sugerem que os eleitores preferem melodias mais melancólicas.

Por exemplo, dados históricos são amplamente irrelevantes. De fato, a Irlanda é a recordista em vitórias na competição, tendo levado o prêmio sete vezes, mas não conseguindo se classificar para a final em cinco de suas últimas seis tentativas, enquanto o Reino Unido terminou entre os três primeiros em 22 ocasiões, mas não consegue repetir o feito desde 2002.

Em vez disso, é mais proficiente analisar quais tipos de música costumam ter sucesso no Eurovision. Embora as músicas devam ser escritas especificamente para o concurso, elas podem ser lançadas comercialmente a partir de 1º de setembro do ano anterior, o que aponta para a existência de um incentivo para garantir que ela crie entusiasmo e ganhe impulso em todo o continente.

Como consequência, muitas vezes uma música vai se sair bem simplesmente por já ser popular. Em 2019, a Itália conquistou o vice-campeonato com Soldi, de Mahmood. Notavelmente, a faixa alcançou as paradas de outros países como Croácia e Suíça antes da competição, acumulando mais de 45 milhões de reproduções no Spotify.

Resultados recentes também sugerem que os eleitores preferem melodias mais melancólicas. Um estudo considerou que, dos 14 vencedores entre 2006 e 2019, nove poderiam ser amplamente considerados “mais tristes do que a média” e, apropriadamente, o mesmo número foi executado em tom menor.

Essa tendência não passou despercebida entre os inscritos, e as músicas em 2018 e 2019 foram avaliadas como 30% mais tristes, em média, do que as que chegaram à final uma década antes.

Todos os últimos seis vencedores do Eurovision contavam com probabilidades de 4,000 ou menos no fechamento da Pinnacle.

Com isso em mente, talvez não surpreenda que as faixas de ritmo acelerado no estilo Europop sejam consideradas apostas imprudentes. Durante a última década, canções com BPM mais rápido que chegaram até a final terminaram entre os dois últimos lugares em quatro ocasiões.

Também é necessário considerar os blocos regionais de votação capazes de influenciar os resultados independentemente desses fatores. Países com laços políticos e/ou geográficos estreitos tendem frequentemente a dar pontos uns aos outros, o que significa que os resultados do voto popular podem ser palpavelmente diferentes daqueles decididos pelos júris.

Um estudo determinou que os blocos de votação mais consistentes entre 1997 e 2017 foram entre os seguintes países:

  • Albânia, Chipre e Grécia
  • Armênia, Azerbaijão, Geórgia, Rússia e Ucrânia
  • Bélgica e Holanda
  • Bósnia e Herzegovina, Croácia, Turquia e Sérvia
  • Dinamarca, Finlândia, Noruega e Suécia
  • Estônia, Letônia e Lituânia
  • Irlanda, Malta e Reino Unido
  • Moldova e Romênia

Além disso, também vale a pena notar que, nos últimos anos, os países apoiados pelo mercado para ter um bom desempenho no Eurovision o fizeram. Os últimos seis vencedores contavam com probabilidades de 4,000 ou menos no fechamento da Pinnacle, enquanto, em 2019, a Holanda liderou o placar, conforme previsto, e os três favoritos seguintes (Rússia, Suécia e Suíça) terminaram entre os cinco primeiros.

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Probabilidades sujeitas a alteração

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